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3 de jun de 2011

POEMA ÀS FLORES DE OUTONO


Agora vou reclinando o corpo
entre a terra e as estrelas.

O espaço é breve
para a brisa do mar
que ainda soa.

E no entanto adormeço
no meu sonho,
sereno de harmonias

incendiando o fino pó
da terra
com estas flores violentas,
exíguas, do outono.


Vieira Calado

2 comentários:

  1. Que lindo poema, Vieira!

    Deu-me vontade de reclinar sobre as folhas.

    Parabéns, poeta!

    Beijos

    Mirze

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  2. Boas!

    Adoro este blogue

    Podes adicionar o meu aos teus links sff?

    http://davidjosepereira.blogspot.com/

    Obrigado :)

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